(Moysés, 2002, v1).
Como o sistema está em
equilíbrio, ou seja, o somatório de todas as forças é igual a zero (0), sugiro
que após a análise da situação vetorial exposta, estudem os sistemas de maneira
isoladas começando pelo lado que lhe dar condições de encontrar as variáveis
que procura. Considerando o número de equações e os valores já conhecidos.
Assim, como conheço o ângulo de um dos lados, partiremos desta parte do
sistema.
Com os valores de T(1) e T(2) agora conhecidos
partimos para a segunda parte do sistema, onde nele buscaremos a T(3) e o ângulo.
Vale salientar que nesta parte usaremos um artificio bem básico que aprendemos
lá no fundamental, na matemática básica. Percebam o que faremos,
Os vetores que temos nesta parte quando deslocado (já que temos equilíbrio) formam um triangulo retângulo, cujo catetos (agora) são conhecidos. Ou seja, T(2)=1.697 N e o Peso(2)=2.940 N, desta maneira precisamos apenas encontrar a T(3) que é a hipotenusa do triangulo (usando Pitágoras). Desta forma encontraremos T(3)=3.394 N.
Dentro da mesma “linha de raciocínio” calcularemos
o ângulo usando a tangente e encontrarei que θ = 60º.
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